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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Um breve relato sobre: jovens tolos universitários


Pois bem, em meu primeiro post vou retratar um pouco deste submundo de universitários que assolam bares e máquinas de Xerox em seus estágios.

Vamos começar traçando o perfil dos elementos:

Caracterizam-se por serem seres que até realizarem a matricula na universidade só bebiam leite com pêra da Vó Lourdes e groselha, mas após entrarem na sala de aula da “facul” e firmarem sua “tchurma”, são os maiores beberrões e fanfarrões da face da terra, causam, mexem com as potrancas de mini-saia que por sua frente passam e alopram os nerds tetudinhos da sala que só querem estudar. E então, após 1/5 copo de cerveja sem álcool não agüentam mais subir para a sala de aula, porque já estão tontos demais com o efeito da “bebedeira”. Depois vem a volta pra casa, em sua maioria zonalestianos, jiujiteiro a 3 semanas e querem arrumar confusão com todo mundo, porque afinal estão ao lado das piriguetis com cabelo de paçoca, depois de tomar um coça dos urubus e passar vergonha com as cocotas, finalmente chegam em casa para o fim de sua jornada desgastante.

Mas então, passados alguns meses, chega a hora do reconhecimento profissional, enfim tão sonhado estágio, e lá vai o lecão pra entrevista, com sua camisa fascynios (http://www.fascynios.com.br) e uma linda gravata cor de abroba, é aprovado na primeira etapa, mas descobre que existem mais 15, após este árduo percurso finalmente consegue a vaga e verifica que seu cargo é de menino da Xerox, e é isso o dia todo “O estag, traz 2 cópias” “ôôô estag, faz 5 cópias disso e me traz um Big Mac”. Mas quando chega na “facul” diz para as cocotas que é arte finalista e que vai ser até efetivado.

Então chega o momento tão aguardado, o final do último ano, o tcc, a formatura, e ele ainda está tirando Xerox, queria fazer a formatura, mas o salário mal pagava o pão com ovo do almoço, e então se questiona “Para que caralho eu investi toda essa grana?” .

É meu amigo, antes tivesse feito um curso profissionalizante de operador de Xerox, teria doido menos no seu bolso, e hoje com toda essa grana gasta, você poderia ter comprado seu próprio Nelson Ned de escravo particular, ou uma canoa para ficar de boa quando sua casa de madeirite estiver de baixo d’água.